fundo

Cerca de R$ 2 milhões em recursos, não-reembolsáveis, serão destinados para a recuperação de nascentes em bacias, responsáveis pelo abastecimento de água em regiões metropolitanas de cinco estados: Rio Grande do Norte, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia. A decisão, divulgada na quarta-feira (13),  é do Fundo Clima.

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), os recursos serão liberados em três parcelas num prazo de 4 anos. Ainda não há definição de data.

A aplicação deste investimento deve contemplar três projetos, que estão em fase de análise. Ambos foram selecionados em edital elaborado por meio de parceria entre o Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, o Fundo Nacional do Meio Ambiente, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Florestal e a Agência Nacional de Águas (MMA), Fundo de Defesa dos Direitos Difusos (Ministério da Justiça) e Fundo Socioambiental (CEF).

O comitê gestor do Fundo Clima garantiu, ainda, para 2017, recursos de R$ 1,5 milhão a serem aplicados em projetos já compromissados no ano passado, relacionados a manejo florestal, práticas adaptativas para desenvolvimento sustentável de semiárido e energia solar.

Para ações na modalidade reembolsável, coordenada pelo BNDES, foi aprovado o orçamento de mais de R$ 23 milhões para financiamento de Projetos para Mitigação e Adaptação à Mudança do Clima.

Plano

Os projetos foram aprovados pelo Comitê no âmbito do Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR) para 2017. O secretário de Mudança do Clima e Florestas, Everton Lucero, que dirigiu a reunião do comitê, destacou a importância do plano.

Segundo ele, “o estabelecimento de prioridades é fundamental para a correta aplicação dos recursos”, ressaltou. O Plano aprovado consolida as diretrizes e as linhas de ação do Fundo Clima para este ano, adequando-as à Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC) do Brasil no contexto do Acordo de Paris.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do MMA

20170324121600_8T5A4122_T

Uma delegação do Ministério dos Recursos Hídricos da China (MWR) esteve na sede da Agência Nacional de Águas (ANA), em Brasília, para discutir os principais aspectos da gestão de recursos hídricos no Brasil e na China. O encontro, buscou promover um intercâmbio de informações sobre temas relevantes na agenda de recursos hídricos dos dois países. O diretor-presidente da ANA, Vicente Andreu, e o chefe da missão do MWR, Wang Hong, abriram a reunião.

Durante o encontro duas apresentações foram feitas pelos chineses. A primeira abordou o uso sustentável dos recursos hídricos na República Popular da China e segunda tratou dos impactos das mudanças climáticas na água. Pela ANA, o coordenador de Outorga, Luciano Meneses, falou sobre o cenário dos recursos hídricos no Brasil. Assim como os representantes do MWR, a superintendente adjunta de Operações e Eventos Críticos, Ana Paula Fioreze, abordou a influência das mudanças climáticas sobre a água.

Outro representante da ANA a fazer apresentação foi o superintendente de Implementação de Programas e Projetos, Ricardo Medeiros.  Medeiros abordou a importância da participação chinesa no evento, que é o maior evento do mundo sobre recursos hídricos e que acontecerá pela primeira vez no Hemisfério Sul.

A ANA tem participado de ações de cooperação técnica em recursos hídricos com a China no contexto do Memorando de Entendimento vigente entre o Ministério do Meio Ambiente do Brasil e o Ministério de Recursos Hídricos da República Popular da China. As questões gerais da gestão de recursos hídricos e os principais desafios para articulação de outorgantes e setores relacionados à gestão, tanto no Brasil quanto na China, são similares e isso têm contribuído para o interesse mútuo em ações de cooperação entre os dois países.

Somente em 2017 a Agência Nacional de Águas já recebeu duas missões chinesas. Na primeira missão, os representantes das Províncias e Regiões do Pan-Delta do Rio das Pérolas conheceram o sistema de informação hidrometeorológica, uma estação de monitoramento pluviométrico (de chuvas) e a Sala de Situação da ANA, que é utilizada para monitoramento de rios, reservatórios e chuvas em todo o Brasil. A visita fez parte de uma missão coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) com objetivo de informar aos chineses sobre o monitoramento hidrológico e sobre eventos hidrológicos críticos (cheias e secas) no Brasil.

Texto:Raylton Alves – ASCOM/ANA

Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

 

aua

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) informa que o Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão) deve ser renovado por mais cinco anos. Para isso, serão destinados R$ 135 milhões em recursos no período.

A iniciativa possibilitará que o investimento anual destinado ao segmento hídrico, por estado, seja ampliado para R$ 1 milhão. O anúncio foi feito pelo secretário executivo do MMA, Marcelo Cruz, na terça-feira (28), durante a abertura da 2ª Reunião para o Fortalecimento da Gestão dos Recursos Hídricos, realizada em Brasília.

Na ocasião, o secretário executivo destacou a importância da extensão da iniciativa. “Estaremos investindo, assim, para a gestão de recursos hídricos no País, de forma democrática e descentralizada, como determina a Lei 9.433 [Lei das Águas]”, declarou. A legislação completou, neste ano, 20 anos.

Outras políticas ambientais, com foco na gestão dos recursos hídricos, também foram apontadas no evento. O secretário executivo ressaltou o programa de Recuperação de Áreas de Preservação Permanente para Produção de Água, que promove a recuperação de vegetação nativa em nascentes. Serão R$ 48 milhões para recuperar uma área de 5,6 mil hectares. “Ações de recomposição da cobertura vegetal merecem destaque no combate à crise hídrica”, afirmou.

Mês da água

A reunião faz parte da programação do Mês das Águas, celebrado com diversas atividades desde o início de março. O secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do MMA, Jair Tannús, afirmou que a integração entre o governo federal, estados, municípios e sociedade é fundamental. “Os desafios reafirmam a importância de uma articulação planejada”, explicou.

Os trabalhos focaram ainda o planejamento do 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado em março de 2018, em Brasília. Será a primeira vez que a maior reunião sobre o tema será realizada no Brasil.

“Nossa ambição é transformar o Fórum num momento de discussão global para o fortalecimento técnico, institucional e político do Sistema Nacional de Recursos Hídricos”, declarou o diretor-presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente Andreu.

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do MMA

download (2)

É comum após o período de seca e a volta das chuvas, as pessoas pensarem que o estresse hídrico passou e que não mais é preciso planejar. Entretanto, quando os níveis dos reservatórios aumentam, já nos esquecemos e deixamos de nos preocupar. Valorizamos as ações de gestão de recursos hídricos apenas quando falta água, sendo que deveria ser ao longo de todo ano.

O semiárido nordestino vive essa crise hídrica há mais de 100 anos, e luta por políticas públicas que viabilizem o acesso à água de qualidade. Infelizmente, a temática da crise da água só teve destaque quando a necessidade de racionamento ou medidas técnicas, como a diminuição da pressão foram adotas em São Paulo, em função da representatividade econômica e populacional no cenário nacional. Minas Gerais, por exemplo, também já vinha e vem sendo castigada pela falta de água. Atualmente, temos a Capital federal também com necessidade de racionamento.

A outra preocupação é com os aquíferos do grupo Serra Geral, que são bastante utilizados e estudos mostram teores de ferro acima do permitido para consumo, além de outras práticas que deterioram essa qualidade, como aplicação de vinhaça no solo e herbicidas. Em Mato Grosso do Sul, nossa condição se torna favorável com o Aquífero Guarani, entretanto estudos apontam uma redução no volume disponível.

Vale ressaltar que nosso consumo proveniente de águas superficiais tem sido afetado em função do uso e ocupação do solo inadequado, com a falta de práticas conservacionistas, deteriorando a qualidade da água, tornando mais cara, pois embora haja volume disponível, o tratamento vem se tornando mais oneroso em função das dificuldades operacionais e de manutenção que aumentam.

Por isso, neste mês em que se comemora o Dia Mundial da Água, precisamos sim falar do uso consciente dessa riqueza natural chamada água e retomar a sua importância e relevância para nosso Estado. Afinal, quando pensamos em nossa matriz econômica, baseada em agronegócio, devemos refletir: qual o volume de água necessário para se produzir uma cabeça de gado ou uma saca de soja? O preço dessa água é embutido nesse valor? Qual o volume de água estamos exportando todos os anos?

O que está ao nosso alcance efetivo é se preocupar com desperdício desse bem natural em casa, no banheiro, como um banho mais demorado, enquanto nos ensaboamos a água cai sem uso efetivo, quando deixamos a torneira aberta no lavatório para escovar os dentes e fazer a barba, além do grande volume nas descargas dos sanitários.

Há desperdício também ao lavar a louça com a torneira aberta, a água do tanque ou da máquina de lavar roupa que jogamos no esgoto, ao invés de lavar pisos e janelas, ou irrigar o jardim. Gastamos muito quando lavamos o carro com a mangueira aberta, entre outras situações cotidianas. Entretanto, a pior é quando compactuamos de alguma forma com as fraudes e com irregularidades.

Além de fazermos a nossa parte no dia a dia, também precisamos de políticas públicas com redução de impostos para incentivar a população a tomar medidas de reuso da água utilizada. Como exemplo, temos ações simples, como a opção de captar e aproveitar a água de chuva e o que chamamos de água cinza, aquela do chuveiro, do banho, da máquina de lavar roupa que ao invés da instalação hidráulica estar conectada com o esgoto, permita que sistemas naturais de tratamento e reuso domiciliares possibilitem o uso.

Além dos incentivos fiscais é fundamental que as prefeituras e órgão responsáveis estejam atentos e tenham capacidade de fiscalizar, monitorar e garantir o incentivo a população que demonstra interesse, preocupação e toma a decisão acertada de fazer a gestão da água domiciliar garantindo a sustentabilidade. Usar água de forma consciente não sai da moda!

(*) Fernando Jorge Correa Magalhães Filho é coordenador dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia Sanitária e Ambiental da UCDB

água

As contribuições para os debates e organização da 8ª edição do Fórum Mundial da Água, previsto para acontecer em março de 2018, em Brasília, serão aceitas a partir de fevereiro.

Por meio da plataforma Sua Voz, Iniciativa inédita do Comitê Diretivo Internacional do evento, pessoas do mundo todo podem compartilhar ideias, experiências e soluções para o evento, cujo tema principal será “Compartilhando Água”.

Os debates serão em torno de seis diferentes temas: clima, desenvolvimento, ecossistemas, finanças, pessoas e urbano. Os participantes terão a oportunidade de expressar suas opiniões sobre os rumos da gestão da água no mundo em três rodadas de debates que vão durar oito semanas cada.

A primeira etapa começa em fevereiro, em data a ser divulgada, e vai até abril, seguida por uma votação mundial para identificar as questões mais relevantes a respeito da água. As discussões on-line são coordenadas pela Agência Nacional de Águas (ANA), coorganizadora do 8º Fórum, em coordenação com a Secretaria Executiva e demais instâncias de organização do Fórum.

A plataforma Sua Voz estará disponível em português e inglês e contará também com tradução para mais 90 idiomas de modo a facilitar a participação de pessoas da maioria dos países do mundo.

Fórum

O Fórum Mundial da Água acontece a cada três anos com o objetivo de aumentar a importância da água na agenda política dos governos, além de promover o aprofundamento das discussões, troca de experiências e formulação de propostas concretas para os desafios relacionados aos recursos hídricos.

Tradicionalmente, o evento conta com a participação dos principais especialistas, gestores e organizações envolvidas com a questão da água no planeta.

A organização do 8º Fórum é realizada pelo governo federal, pelo governo do Distrito Federal e pelo Conselho Mundial da Água.

As edições anteriores do Fórum Mundial da Água aconteceram em Marrakesh, no Marrocos (1997); Haia, Holanda (2000); Quioto, Shiga e Osaka, Japão (2003); Cidade do México, México (2006); Istambul, Turquia (2009); Marselha, França (2012); e Daegu e Gyeongbuk, Coreia do Sul (2015).

Fonte: Portal Brasil, com informações da ANA

thumbnail_forum

Importantes autoridades vão discutir o plano de ação da Agenda 2030 que abordasoluções sustentáveis e de equilíbrio entre produção e consumo que promovam odesenvolvimento das comunidades e a conservação ambiental durante a 4ª edição do Fórum das Águas, nos dias 27 e 28 de outubro, de 10h às 15h. O tema da conferência éNosso Futuro em Comum”, que ainda vai discutir a preservação da Serra da Moeda e as 17 resoluções dos objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030 que visam o equilíbrio econômico, social e ambiental, de modo a transformar as comunidades em todo o mundo. Um dos destaques do encontro é o painel “Compartilhando Cidades” com a participação do engenheiro de projetos de Desenvolvimento Urbano de Medellín, na Colômbia, Sérgio Alberto Cuervo Montoya, que vai abordar o trabalho de ordenamento habitacional realizado nas favelas de cidade. O evento é promovido pelo Centro Internacional para o Desenvolvimento Sustentável e Conservação Ambiental (IDeSCA), com o apoio da Associação para a Recuperação e Conservação Ambiental em Defesa da Serra da Calçada, ARCA – AMASERRA e conta ainda com o patrocínio da Csul Desenvolvimento Urbano, Fundação Dom Cabral, Vallourec e Governo Federal. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site (www.sympla.com.br/forum-das-aguas__91776) até o dia 26 de outubro.

Esta edição é dividida em quatro grandes temáticas como a jornada na Serra da Moeda, que acontece no dia 27, às 10h15 e conta com a presença do presidente do Instituto Quadrilátero, Renato Ciminelli, que discute o Geopark Quadrilátero Ferrífero: Pilares, Estratégias e Agendas de Desenvolvimento 2011 – 2018. Ainda na quinta-feira, no painel “Compartilhando Cidades”, às 14h15, além de colombiano Sergio Alberto e a vice-presidente do Parlamento Jovem Mundial para a Água, a argentina Antonella Vagliente e o representante do Instituto Jayme Lerner, Paulo Kawahar apresentam estudos de casos de ordenamento das ocupações nas cidades. No dia 28, às 10h o tema a ser abordado será o desenvolvimento sustentável local, que conta com a participação de Thiago Metzker, biólogo, doutor em Ecologia, sócio da Myr Projetos Sustentáveis e Consultor Ambiental da CSul Desenvolvimento Urbano para abordar o projeto da empresa que pretende transformar o Vetor Sul de Belo Horizonte em um polo econômico autossuficiente, para que os moradores não tenham a dependência de ter que se deslocar para a capital mineira para ter acesso a comércio e serviços. Já às 14h acontece o encontro de especialistas para abordar a restauração ecológica com a presença do coordenador do Programa Água para a Vida do WWF-Brasil, Glauco Kimura.

O evento acontece na Fundação Dom Cabral, no Alphaville, Nova Lima. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas pelo site www.idesca.com.br/forumdasaguas.Para o superintendente da Csul Desenvolvimento Urbano, Waldir Salvador, as discussões pretendem estimular e qualificar a reflexão sobre as ações que as empresas e sociedade devem realizar para promover a preservação ambiental e o uso consciente dos recursos naturais. “Encontros como esse nos auxilia na elaboração de planos e de empreendimentos voltados para a proteção do meio ambiente”, destaca.

O Fórum

O Fórum das Águas, busca criar um ambiente de discussão e compartilhamento de conhecimento entre profissionais, especialistas, comunidade acadêmica e sociedade civil sobre a contribuição que as soluções sustentáveis e harmonia entre produção e consumo trazem para o desenvolvimento das comunidades e para a conservação ambiental. A sustentabilidade deve se realizar plenamente nas dimensões políticas, socioeconômicas, ambiental e cultural de modo a ser a força motriz de todas as esferas formuladoras e executoras de políticas públicas. O Fórum das Águas sempre busca apresentar práticas sustentáveis exemplares de diversos municípios do Brasil e do mundo, para mostrar que é possível fazer diferente e garantir um futuro melhor para as próximas gerações.

Programação

27 de outubro

09h50 – Abertura Oficial

10h15– Jornada na Serra da Moeda

Renato Ciminelli – Presidente do Instituto Quadrilátero | Geopark Quadrilátero Ferrífero: Pilares, Estratégias e Agendas de Desenvolvimento 2011 – 2018

Heiko Spitzeck – Fundação Dom Cabral

Paulo de Tarso Amorim Castro – Características do sistema aquífero do sinclinal Moeda

Intervalo para almoço

14h15 – Compartilhando Cidades

Antonella Vagliente – Vice-Presidente do Parlamento Jovem Mundial para a Água

Sergio Alberto Cuervo Montoya – Empresa de Desenvolvimento Urbano da Cidade de Medellín, Colômbia

Paulo Kawahara –Instituto Jayme Lerner

28 de outubro

10h – Desenvolvimento Sustentável

Maria Auxiliadora Silva Matoso – Analista Ambiental na Prefeitura Municipal de Itabira – Cooperação internacional para o desenvolvimento territorial e conservação ambiental.

Mônica Guerra Rocha – Conservação Internacional – A Natureza esta Falando

Thiago Metzker –CSul Desenvolvimento Urbano

Intervalo para almoço

14h – Restauração Ecológica

Gilberto Tiepolo – The Nature Conservancy – Coalizão Cidades pela Água

Equipe Terra Negra – Terra Negra é formado por um grupo de professores dedicados a disponibilizar conteúdo gratuito para a internet.

Glauco Kimura – Fórum Mundial da Água (keynote speech)

*Programação sujeita a alteração

SERVIÇO

Fórum das Águas – Nosso Futuro em Comum

Data: 27 e 28 de outubro

Local: Fundação Dom Cabral, Campus Aloysio Nunes, em Alphaville- Lagoa dos Ingleses

Informações: www.idesca.com.br/forumdasaguas/

Inscrições: www.sympla.com.br/forum-das-aguas__91776

Realização: Centro IdeSCA

Apoio Estratégico: ARCA Amaserra

Colaboradores: CSUL, Fundação Dom Cabral,Vallourec e Governo Federal