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faz um tempo que os cuidados pessoais deixaram de ser considerados algo supérfluo. Recentemente, uma pesquisa feita pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apontou que 65,7% dos brasileiros concordam com a ideia de que se importar com a aparência é uma questão de necessidade, e não luxo. Sem contar que, seis em cada dez entrevistados (62,7%) disseram ser pessoas vaidosas. Isso nos mostra que, cada vez mais, as pessoas estão preocupadas em cuidar da beleza e do bem-estar.

No entanto, quando falamos em cosméticos, não podemos deixar de destacar uma tendência que ganha força: o mercado de produtos feitos com matérias-primas naturais e orgânicas. De acordo com a pesquisa Barômetro da Biodiversidade, 89% dos brasileiros estão preocupados com as empresas que adotam boas práticas de acesso e uso dos insumos naturais, além de demonstraram interesse em ser informados sobre essas práticas – o levantamento foi realizado pela União para o BioComércio Ético (UEBT) e entrevistou 47 mil consumidores em 17 países, entre os anos de 2009 e 2015.

Todos esses números nos mostram que estamos falando de um mercado que passa por um grande processo de transformação, pois, mais do que eficiência, o consumidor de hoje está interessado também na rastreabilidade do produto. Ou seja, ele busca informações sobre a cadeia produtiva. Isso porque, quando falamos de insumos naturais, em grande parte das vezes, a matéria-prima está ligada ao trabalho de pequenos agricultores orgânicos, que, em vez de desmatar, preservam os recursos da natureza e comercializam seus frutos e sementes às indústrias de beleza e cuidados pessoais.

Esse tipo de iniciativa tem como objetivo estimular o desenvolvimento socioeconômico, preservar o respeito à biodiversidade e garantir os investimentos na utilização consciente dos recursos da natureza. O resultado desse trabalho são opções naturais de conservantes, emulsificantes, emolientes, antioxidantes e clareadores, que, por serem livres de compostos químicos, não oferecem riscos à saúde.

Um exemplo é o óleo de pequi, famoso “ouro do cerrado”, que pode ser aplicado em produtos para os cuidados com os cabelos, como xampu, condicionador e leave-on. O fruto é rico em ácidos graxos oleicos, palmíticos e em provitamina A, propriedades capazes de garantir o controle dos cachos e a redução do frizz.

Já o óleo de pracaxi, originário da região amazônica, merece destaque por sua capacidade de auxiliar na redução da síntese de melanina, o que garante a diminuição da aparência de manchas, uniformiza a tonalidade e restaura a luminosidade original da pele.

Esses são apenas alguns exemplos de como o mercado de cosméticos evoluiu para acompanhar o comportamento do consumidor, que está cada vez mais exigente e preocupado com os produtos que utilizam. Diante desse cenário, a tendência é que as opções naturais e orgânicas ganhem mais espaço, o que garantirá produtos seguros e da mais alta performance. Afinal, a beleza, a saúde e o bem-estar devem caminhar juntos.

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financiamento externo para ônibus elétricos

Secretário Gilberto Natalini fala ao repórter Adamo Bazani sobre os planos da prefeitura para ampliar frota de veículos elétricos.

Primeira rodada com investidores deve ocorrer nesta terça-feira. Marcha de veículos elétricos mostrou soluções tecnológicas e debateu capacidade da indústria e necessidades de mais investimentos e regulamentação mais apropriada. ABVE diz que Brasil poderia produzir hoje por ano dois mil ônibus elétricos, número que subiria para até cinco mil veículos de transporte coletivo em quatro anos

ADAMO BAZANI

Diante da licitação dos transportes coletivos, que deve remodelar o sistema de ônibus da capital paulista, e do não cumprimento da Lei de Mudanças Climáticas, que determinava frota total de coletivos municipais com baixas emissões a partir de 2018, a Prefeitura de São Paulo vai buscar financiamentos externos e parcerias para ampliar o total de ônibus que lancem no ar menos poluentes, inclusive para a implantação de modelos elétricos.

A afirmação é do Secretário do Verde e Meio Ambiente, Gilberto Natalini, em entrevista ao Diário do Transporte/Canal Mova-Se, durante o Dia da Mobilidade Elétrica, uma carreata de veículos elétricos e híbridos que ocorreu neste último sábado, 27 de maio de 2017, e foi promovida pela Associação Brasileira de Veículos Elétricos, que reúne os fabricantes.

“Dia 30, vamos fazer um seminário fechado, técnico, inclusive com uma mesa só com financiadores, para ver o que é possível conversar no sentido de buscar recursos externos internacionais, como do Fundo de Clima e dos governos da Comissão Europeia, e também recursos daqui: Caixa Econômica Federal, BNDES, quer dizer, buscar dinheiro para livrar São Paulo da poluição do ar e dos gases do efeito estufa” – disse o secretário.

Gilberto Natalini disse também ao Diário do Transporte/Canal Mova-Se,  que hoje a Prefeitura de São Paulo não tem condições de proporcionar a viabilidade econômica de ônibus e carros elétricos.

“Estamos discutindo dentro do governo formas de participar, de incentivar e de fazer com que aconteça a introdução passo a passo dos carros bicicletas, ônibus e caminhões elétricos na cidade, com as formas mais variadas possíveis: com esforços da prefeitura e também buscando parcerias com Governo do Estado, Governo Federal e financiadores, inclusive internacionais, que possam ajudar, além de contatos com as montadoras dos carros. E isso tem de ser uma costura. A prefeitura não tem poder para fechar a equação econômica” – afirmou o secretário.

Gilberto Natalini adiantou ao Diário do Transporte/Canal Mova-Se,  que a licitação dos ônibus de São Paulo deverá propor metas de redução de poluição, mas disse que não será nem no prazo ideal e nem na velocidade desejada e necessária. O secretário citou o não cumprimento da Lei de Mudanças Climáticas, assinada em 2009, e que desde então determinava o aumento de 10% do total de ônibus não poluentes até que em 2018, nenhum dos cerca de 15 mil ônibus da capital paulista dependesse exclusivamente de óleo diesel. O fato de a lei não ter sido cumprida, segundo Natalini, atrasa agora a implantação desses veículos e impede que metas mais ousadas e próximas de países desenvolvidos sejam exigidas dos empresários de ônibus.

Também presente ao evento, o Secretário de Mobilidade e Transportes da gestão João Doria, Sérgio Avelleda, apesar de acreditar que a eletricidade é o futuro da mobilidade, só vislumbra um número significativo de ônibus elétricos em São Paulo em médio e longo prazos e diz que nesse momento, as alterações precisam ser feitas gradativamente, respeitando as condições técnicas e econômicas do sistema.

“É preciso observar o comportamento dos ônibus elétricos ao longo do tempo, como é que as baterias vão funcionar, como as garagens vão se adequar. Nada poderá ser feito num sistema tão grande como o de São Paulo rapidamente. Nós precisamos alcançar reduções de emissões rapidamente, mas a soluções tecnológicas precisam vir no tempo em que possam ser realizadas” disse Avelleda.

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Carreata do Dia da Mobilidade reuniu veículos leves e pesados

A ABVE propôs ao poder municipal um novo cronograma de implantação de ônibus com tecnologias menos poluentes, pelo qual no primeiro e no segundo anos seriam colocados 20% do total de renovação de frota com veículos de tração alternativa ao diesel (não somente elétricos). Esse percentual aumentaria 10% a partir do terceiro ano até que em 2037 todos os ônibus novos em São Paulo seriam menos poluentes.

A vice-presidente da ABVE e gerente comercial da Eletra (empresa que produz sistemas de ônibus elétricos à bateria, trólebus e híbridos), Ieda Alves Oliveira, explica que hoje os ônibus deste tipo de tecnologia são mais caros que os modelos a diesel, mas que ao longo do tempo, com aumento de demanda e aperfeiçoamentos na produção, o preço vai cair. A ABVE, segundo Ieda, calcula que se hoje fossem trocados todos os ônibus por modelos entre híbridos, elétricos à bateria e trólebus, haveria um impacto de 10% no custo do sistema. Já de acordo com o cronograma proposto pela associação, esse impacto seria de 0,04% nos dois primeiros anos, sendo que, ainda explica, o peso nos custos do sistema paulistano seriam menores ao longo dos anos.

“Nós comparamos o ônibus a diesel com tecnologias trólebus, elétrico, híbrido. O híbrido está muito próximo [dos custos] do ônibus a diesel e o elétrico nós teríamos pouco impacto, mesmo a longo prazo, se nós não considerarmos créditos carbono, evolução do diesel, que as baterias vem caindo de preço gradativamente (a ideia é que caiam mais); se nós congelarmos o ponto atual, mesmo assim vai ter um impacto financeiro no sistema de menos de 10%. Para ter a frota de São Paulo, cerca de 15 mil ônibus, totalmente elétricos, considerando todo o custo de investimentos, que hoje é maior, em infraestrutura, baterias e custos atuais, seria um impacto de 10%. Só que nossa proposta é que isso seja feito gradualmente” – pondera Ieda.

A vice-presidente da ABVE calcula também que os impactos financeiros coma troca de ônibus diesel por menos poluentes seriam mínimos pelo cronograma proposto pela associação.

“Embora a gente saiba que nossa capacidade produtiva é muito maior dos que a quantidade de ônibus na proposta apresentada, estamos pensando exatamente neste momento [de restrições financeiras para a cidade e empresários de ônibus]. Para você ter uma ideia, no primeiro ano, 300 ônibus elétricos representariam apenas 0,04% do custo de todo o sistema de ônibus em São Paulo” – disse Ieda.

A gerente da Eletra e vice-presidente da ABVE também disse ao Diário do Transporte que hoje a indústria instalada no Brasil teria capacidade de produzir 2.000 ônibus elétricos por ano, sendo que este número poderia chegar até 5.000 unidades nos próximos 4 anos.

No Brasil, produzem ônibus elétricos três empesas: a Eletra, de São Bernardo do Campo, atuando há mais de 30 anos no país fabricando trólebus, ônibus elétricos à bateria e ônibus diesel; a Volvo desde com ônibus híbridos, e a BYD instalada desde 2015 em Campinas e podendo produzir ônibus elétricos a bateria com maior nível de nacionalização a partir deste ano.

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Van elétrica da BYD para os Correios

O diretor de marketing, novos negócios e sustentabilidade da BYD, Adalberto Maluf, também participou do evento e disse ao Diário do Transporte/Canal Mova-Se,  que hoje um dos grandes problemas do Brasil é a falta de regulamentação sobre as emissões de poluentes em acordo com que a OMS – Organização Mundial da Saúde recomenda.

“O Brasil não avançou muito em relação à poluição. Hoje a OMS – Organização Mundial da Saúde colocou 20 partículas por milhão como média de particulados lançados no ar e 10 partícula por milhão como média anual. A União Europeia também regula em 20 partículas por milhão, mas sem a regulamentação por ano. Os Estados Unidos, em 25 partículas por milhão. E o Brasil não tem regulamentação. Então como não se criou uma regulamentação para poluição associada em especial ao diesel, o mercado não se mexeu. E esse é o problema. Quando teve a regulamentação no Estado de São Paulo, feita pela CETESB, regulamentaram com 60 partículas por milhão, três vezes mais que a regulamentação orientada pela OMS. Eu fico muito preocupado com a falta de liderança da CETESB sobre o tema” – disse Adalberto Maluf.

O executivo também disse ao Diário do Transporte que esta situação pode custar 256 mil vidas perdidas por causa da poluição e mais de US$ 1,6 bilhão até 2030.

“Se pegar um estudo do professor Paulo Saldiva [do Instituto de poluição da USP], com a projeção de crescimento de emissões de particulados de 2015 até 2030 em 5%, a gente está falando de 256 mil mortes relacionadas à poluição na cidade de São Paulo, com o impacto de R$ 1,6 bilhão à saúde pública. E até quando a saúde pública vai pagar a conta sem conversar com os transportes, sem exigir que as montadoras e que as distribuidoras de combustível melhorem a qualidade? Eu acho que uma hora a gente vai quebrar porque os custos só aumentam” – completou Adalberto Maluf.

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Caminhão de coleta de lixo elétrico da BYD.

Já o presidente da ABVE, Ricardo Guggisberg, disse ao Diário do Transporte /Canal Mova-Se, que, além da regulamentação, é importante o incentivo à produção de veículos não poluentes e defende que na Agenda 2030, que será elaborada entre produtores de automóveis e o governo federal, com as diretrizes para a indústria nos próximos 13 anos, os impostos sejam de acordo com a eficiência energética dos carros, ônibus e caminhões.

“Nós conseguimos alguns incentivos para que a gente coloque mais veículos elétricos no mercado, só que são muito poucos. Ainda precisamos de mais incentivos como a regulação do IPI para que o imposto seja equiparado ao incidente sobre veículos de alta eficiência energética. Precisamos que a Rota 2030 defina o custo do Imposto pela eficiência energética que os veículos promovem, assim a gente estaria equiparando a concorrência das tecnologias” disse Ricardo Guggisberg.

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DESFILE E GARAGEM ABERTA:

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O Dia da Mobilidade Elétrica teve sua segunda edição neste último sábado.  O evento foi maior do que na primeira vez, tanto em veículos expostos, como em número de autoridades presentes, o que pode indicar uma tendência e maior interesse sobre o assunto.

Diversos modelos de produtos, equipamentos soluções e veículos foram apresentados.

A carreata saiu da Rua Treze de Maio, na região central, percorreu vias importantes, como Avenida Paulista, até o estádio do Pacaembu, na zona oeste. Foram skates, bicicletas, carros de passeio, vans, caminhão de coleta de lixo e ônibus elétricos ou híbridos.

A programação contou também com um evento paralelo ao Dia da Mobilidade Elétrica, que foi o “Garagem Aberta da Metra”, empresa operadora do Corredor ABD e que hoje reúne uma das maiores frotas de ônibus elétricos, híbridos e trólebus do país, com 95 unidades.

A empresa, que é da mesma família controladora da Eletra, completou 20 anos e abriu as portas da garagem para a comunidade em geral, imprensa e busólogos (admiradores de ônibus).

Da garagem, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, saíram três veículos que participaram da carreata: o primeiro ônibus elétrico híbrido do país, modelo articulado de 18 metros feito em 1999 e que ainda está em operação comercial;  um híbrido de 12 metros e o DualBus, que reúne tecnologias diferentes num mesmo veículo e possui 23 metros de comprimento.

Entre os modelos destacados pela assessoria da ABVE estão:

A Eletra apresentou o Dual Bus, ônibus elétrico de conceito inédito, que entrou em testes na Linha 376 (Diadema/Brooklin) no Corredor ABD de São Paulo, operado pela Metra, na semana de realização da carreata. Desenvolvido pioneiramente no Brasil pela Eletra, sua grande novidade tecnológica está no sistema padronizado de tração, que pode ser alimentado por várias fontes de energia. O modelo que desfilou reúne as tecnologias híbrida (com um motor a diesel e outro elétrico) e trólebus (com a rede elétrica aérea) Uma das vantagens é a flexibilidade de um ônibus diesel com as emissões reduzidas ou até mesmo zero dos modelos elétricos e híbridos. É possível alternar a tecnologia dependendo do trecho do trajeto, inclusive criando áreas de emissão zero.  O modelo apresentado tem 23 metros de comprimento e capacidade para 153 passageiros.

A BYD, que neste ano inaugurou sua planta de ônibus elétricos em Campinas, no Interior de São Paulo, apresentou três modelos que circularam em testes em diversas cidades brasileiras. O K 10A, ônibus urbano de três eixos e 15 metros de comprimento, e o K 11, articulado de 18,6 metros para demandas maiores.  A empresa também apresentou um caminhão de coleta de lixo 100% elétricos, vans de entregas, indicadas especialmente para o tráfego  urbano, táxis e carros de passeio.

A Ford desfilou com o Fusion Hybrid Titanium – o primeiro carro híbrido a ser vendido no País e líder de vendas no segmento desde o seu lançamento, em 2010.  Além de ter o maior tamanho e potência da categoria, o Ford Fusion Hybrid é referência em segurança, autonomia e eficiência, com um consumo de 16,8 km/l na cidade e 15,1 km/l na estrada. Isso sem falar nas tecnologias de ponta: o modelo conta com assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestres, sistema operado por radar e sensores que ajuda a evitar atropelamentos e colisões, piloto automático adaptativo com “stop and go”, alerta de colisão com assistência de frenagem autônoma, estacionamento automático de segunda geração e transmissão automática de seis marchas, comandada pelo novo seletor rotativo E-shifter, que substitui a alavanca de câmbio no console.

A Elektra Motors apresentou um Tesla no evento, grande conhecida do mercado por sua expertise em veículos elétricos no Brasil, levou ao trajeto a Tesla Model S, modelo bivolt que tem autonomia para rodar até 440km e que possui uma aceleração de 4,3 segundo (de 0 a 100km/h) e tração nas quatro rodas. Além disso conta com a função piloto automático, que ajuda o carro a permanecer na pista, mudança de faixa, se adapta ao tráfego reduz e acelera, e encontra vagas de estacionamento sozinho.

A Toyota desfilou com o Prius, primeiro veículo híbrido a ser produzido em escala no mundo, em 1997. O modelo, que detém o título de híbrido mais vendido globalmente, já atingiu a marca de seis milhões de unidades comercializadas em mais de 150 países. No Brasil, o Prius iniciou suas vendas em janeiro de 2013 e obteve, desde então, 1.600 unidades emplacadas.

Outra atração ligada ao advento da tecnologia híbrida presente no evento fio o Lexus CT 200h, o primeiro hatchback híbrido de luxo do mundo, produzido pela Lexus, marca de luxo da Toyota. O hatch premium iniciou suas vendas em meados de 2012 no Brasil e, até aqui, chegou à marca de quase 200 veículos comercializados. A Toyota tem posicionado as tecnologias híbridas também como peça fundamental para o século XXI, pois englobam todos os componentes tecnológicos necessários para o desenvolvimento de carros ecologicamente amigáveis.

A Volvo também desfilou novidades e exibiu seu XC90 T8, um SUV de luxo que chega ao Brasil apontando o futuro dos veículos da marca, que conta com versões totalmente elétrica, híbrida, com autonomia de até 35km. Já no segmento de pesados, a marca exibiu ônibus híbridos, cuja grande vantagem é que ele não precisa de carga externa: a bateria do motor elétrico é carregada com a energia gerada durante as frenagens. Além disso, o modelo conta com produção em escala na fábrica da empresa instalada em Curitiba.

A Mercedes-Benz também marcou presença com o seu smart fortwo electric drive, veículo compacto, totalmente elétrico, e com velocidade máxima estimada em 125 km/h, acompanhada da Renault, que traz o utilitário Kangoo, e os compactos Zoe e Twizy, e da Nissan, com o modelo Leaf, veículo 100% elétrico e bancos feitos de garrafas recicladas.

Da marca Porsche, o evento contou com o Porsche Cayenne S E Hybrid, que chegou ao Brasil ao final de 2016, durante a última edição do Salão do Automóvel e ganhou o selo CONPET, pelo Inmetro, por ser o veículo mais eficiente em sua categoria.

Rio Tocantins

O mundo tem 4,5 bilhões de anos. E é exatamente a mesma água que banha o planeta desde sempre. Pode ser estranho pensar que bebemos a água dos tempos pré-históricos. Mas é isso mesmo o que acontece. “A água é um recurso renovável, infinito. Ela se transforma – passa de líquida a gasosa, sólida e volta a ser líquida e segue seu ciclo”, diz o engenheiro Fernando Pereira, gerente comercial da General Water, uma concessionária particular de água e esgoto que implanta e opera, com recursos próprios, sistemas de abastecimento de água e tratamento e reúso de efluentes

Se for assim, porque em alguns lugares há falta de água? “Porque ao se utilizar a água, ela pode se tornar indisponível durante um grande período. Ela pode estar suja, poluída, ou sob outra forma, gasosa, por exemplo, e vai ter que vir para a forma líquida para se tornar disponível novamente”, explica Pereira. O esgoto, por exemplo, é 99,9% água. Então só uma parte é sujeira. No entanto, se ninguém tratar o esgoto, esta água ficará indisponível.

Portanto, reúso da água é a alternativa mais sustentável para deixar este recurso disponível. Mas no Brasil, menos de 5% do esgoto tratado é reaproveitado. Em Israel, esse número chega a mais de 80%, deixando o país em primeiro lugar no ranking de reúso do recurso. Um grande desafio para nós. Por isso, empresas como a General Water pensam em estratégias e tecnologias para promover sustentabilidade hídrica no dia a dia.

A limitação de recursos naturais como a água potável, interferirá ainda mais nas atividades da sociedade. E sentimos na pele. Em São Paulo, a crise hídrica de 2014 e 2015 deixou uma marca. O nível dos reservatórios diminuiu, trazendo o fantasma da torneira seca e medidas de racionamento em diversos bairros.

 

O futuro

Até 2050, a Unesco estima que cerca de 60% da população mundial sofrerá com estresse hídrico. Neste cenário, o reúso é uma solução para o desenvolvimento sustentável. E exemplos não faltam. No Shopping Iguatemi Campinas, no interior paulista, a General Water implantou o sistema próprio de abastecimento, tratamento de efluentes e reúso. A água reutilizada é distribuída para fins não potáveis (descargas dos vasos sanitários e irrigação, por exemplo), também seguindo para as torres de refrigeração do prédio. Com isso, houve otimização do sistema de climatização.

Ao garantir autonomia da concessionária pública, a água que iria para o complexo comercial pode, então, ser destinada à população do entorno. Em 2012, este projeto levou o prêmio Ação Pela Água, conhecido como o ‘Oscar das Águas’, por conta da tecnologia que, além de diminuir o uso de recursos e os impactos ambientais.

Há outros cases muito interessantes, caso você se interesse pela pauta.

 

Sobre a General Water

Empresa fundada em 2000 para suprir uma carência intrínseca na região metropolitana de São Paulo: a escassez de recursos hídricos. A filosofia da General Water é proporcionar aos grandes consumidores de água a oportunidade de contar com seu próprio sistema de abastecimento, tratamento de esgoto ou reuso de água, implantado e operado por uma empresa especializada no desenvolvimento e operação de soluções customizadas de saneamento. Ainda dentro da sua filosofia de trabalho, a General Water é responsável por todos os custos, riscos e responsabilidade durante todas as fases do contrato. Cabe aos clientes apenas arcar com a água/efluente produzida nos sistemas. Informações: www.generalwater.com.br

 

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O site WikiLeaks, dedicado a revelar segredos que diversos governos e empresas mantêm ocultos, publicou um relatório alarmante da multinacional Nestlé sobre a água potável no nosso planeta. No documento, afirma-se que a Terra poderá ficar sem água potável em menos de 34 anos. O relatório, escrito por executivos da empresa, declara que, por volta de 2025, um terço da população mundial poderá ter inconvenientes gravíssimos para dispor de água bebível e que, em 2050, a situação será abertamente catastrófica para todo o planeta.
Além disso, o site publicou uma pesquisa confidencial realizada pelo exército dos EUA, que diz que a dieta carnívora será a responsável pelo esgotamento dos recursos hídricos. A enorme quantidade de gado criado para satisfazer a demanda de carne no ocidente consome toneladas de milho e soja todos os anos. Se esses cereais fossem ingeridos diretamente pelos seres humanos, seria possível acabar com a fome no mundo e, ao mesmo tempo, economizar percentuais altos de água potável.

O Banco Mundial confirmou esse prognóstico desolador em um documento intitulado “Mudança Climática, Água e Economia”, o qual adverte que a escassez de água será consequência tanto dos fatores climáticos quanto do aumento da demanda por água potável, causado pelo rápido crescimento populacional.


Fonte: RT , Inquisitr

Imagem: latino/Shutterstock.com

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A Agência Nacional de Águas (ANA) está com seleção aberta para consultoria especializada em administração de recursos materiais, humanos e financeiros para desenvolver uma metodologia para estimativa do custeio administrativo de entidades delegatárias de funções de agência de água, conforme o Art 1º da Lei nº 10.881/2004, que trata dos contratos de gestão firmados pela ANA e pelas delegatárias.

 

Esta seleção é realizada no contexto do Programa de Desenvolvimento do Setor Água (INTERÁGUAS) e os interessados podem enviar suas manifestações de interesse acompanhadas de portfólio até 23 de setembro pelo e-mail cel.interaguas@ana.gov.br (com até 10MB) ou por correio para o seguinte endereço: Agência Nacional de Águas, Setor Policial Sul, Área 5, Quadra 3, Bloco B, Sala 207, CEP: 70610-200, Brasília (DF). A consultoria selecionada terá até cinco meses para concluir o trabalho a partir da emissão da ordem de serviço.

 

As empresas ou consórcios interessados deverão fornecer informações que demonstrem qualificações e experiências relevantes para realizar os serviços, sendo que os critérios para formação da Lista Curta de Consultores levarão em consideração os serviços semelhantes executados e as experiências em condições similares. O processo de seleção será conduzido conforme o método de Seleção Baseada na Qualidade e no Custo estabelecido nas Diretrizes do Banco Mundial: Seleção e Contratação de Consultores pelos Mutuários do Banco Mundial.

 

O estudo a ser realizado pela consultoria selecionada deverá fornecer à ANA uma ferramenta para estimar o custeio administrativo das delegatárias ante as obrigações estipuladas a elas por meio de contratos de gestão e pela legislação. Além disso, o trabalho da consultoria deverá identificar os processos de trabalho das entidades, apontar necessidades de mão de obra própria ou terceirizada, identificar necessidades de recursos logísticos e operacionais, apontar quais fatores podem diferenciar o tamanho das delegatárias entre si e suas despesas de custeio.

 

A Agência Nacional de Águas utilizará os resultados do trabalho como referência para avaliação da viabilidade de criação de entidades delegatárias para atender a comitês de bacias hidrográficas que pretendem iniciar a cobrança pelo uso de recursos hídricos.

 

INTERÁGUAS

 

O Programa de Desenvolvimento do Setor Água é um esforço do Brasil, em articulação com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Banco Mundial), na tentativa de se buscar uma melhor articulação e coordenação de ações no setor água. O INTERÁGUAS busca criar um ambiente onde os setores envolvidos com a utilização da água possam se articular e planejar suas ações de maneira racional e integrada, de modo a contribuir para o fortalecimento da capacidade de planejamento e gestão no setor água, especialmente nas regiões menos desenvolvidas do País.

 

O INTERÁGUAS também tem o objetivo de estimular o planejamento integrado, que dê continuidade a programas setoriais que apresentaram êxito e um tratamento adequado a temas transversais prioritários. A previsão é que o INTERÁGUAS invista um total de US$ 99,5 milhões até 31 de outubro de 2018, dos quais US$ 63,8 milhões são do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD) e US$ 35,7 milhões de contrapartida nacional. A ANA, os ministérios do Meio Ambiente, da Integração Nacional e das Cidades são os executores da iniciativa.

 

Agências de água

 

As agências de água integram o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SINGREH) e a sua criação deve ser solicitada pelo comitê de bacia hidrográfica e autorizada pelo respectivo conselho de recursos hídricos. A viabilidade financeira de uma agência deve ser assegurada pela cobrança pelo uso de recursos hídricos em sua área de atuação.

 

Enquanto as agências de água, que atuam como braço executivo dos comitês, não estiverem constituídas, os conselhos de recursos hídricos podem delegar, por prazo determinado, o exercício de funções de competência das agências para organizações sem fins lucrativos – estas são as entidades delegatárias. Saiba mais sobre as agências de água em:http://www2.ana.gov.br/Paginas/servicos/cobrancaearrecadacao/AgenciasAgua.aspx.

 

Cobrança pelo uso da água

 

A cobrança é um dos instrumentos de gestão instituídos pela Política Nacional de Recursos Hídricos, de 1997, e tem como objetivo estimular o uso racional da água e gerar recursos financeiros para investimentos na recuperação e preservação dos mananciais das bacias. A cobrança não é um imposto, mas um preço condominial, fixado a partir de um pacto entre os usuários de água e o comitê de bacia, com o apoio técnico da ANA. O instrumento tem sido implementado a partir da aprovação, pelo Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), dos mecanismos e valores de cobrança propostos pelos comitês.

 

Os recursos arrecadados nas bacias são repassados integralmente pela ANA à agência de águas da bacia (ou à entidade delegatária que exerce tal função) para que a instituição aplique os valores em ações escolhidas pelo comitê de bacia. A cobrança já está em funcionamento em quatro bacias com rios de domínio da União (interestaduais). São elas: Paraíba do Sul, PCJ, São Francisco e Doce. Na bacia do Verde Grande a cobrança já foi aprovada pelo CNRH. Para saber mais sobre a cobrança, assista à animação sobre o tema ou acesse www.ana.gov.br/cobranca.

Texto:Raylton Alves – ASCOM/ANA

 

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Em cerimônia de ratificação do Acordo de Paris, realizada na manhã desta segunda-feira (12), no Palácio do Planalto, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, falou sobre as grandes oportunidades que podem ser geradas para o Brasil com a assinatura do documento.

Segundo ele, o alcance das metas de redução de emissões de gases do efeito estufa demandará investimentos tecnológicos crescentes nos setores florestal, energético e agropecuário.

“O acordo gera compromisso, mas também um grande número de oportunidade. Poderemos ter investimentos em tecnologias que facilitam as ações de adaptação e mitigação, atrair recurso na preservação de nossas áreas verdes”, disse Serra na cerimônia de ratificação do acordo.

Para ele, o Brasil precisa avançar em mobilidades de transporte menos poluentes e pode ser referência na geração de energia limpa. “Estamos vivendo uma verdadeira possibilidade de revolução industrial para criar uma economia mundial menos dependente de combustíveis fósseis. O Brasil tem todas as credenciais para estar na vanguarda dessa revolução e dela obter resultados ainda mais promissores. Nós temos 75% da nossa matriz energética renovável. Somos campeões mundiais nessa matéria”, disse.

Fonte: Portal Planalto

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O Programa Água Brasil foi reconhecido como uma das quatro práticas empresariais de referência em Meio Ambiente, durante o VI Fórum Empresarial do Pacto Mundial na América Latina e Caribe, que ocorreu nessa quinta-feira (8) em Lima, no Peru.

A iniciativa foi selecionada, entre 78 projetos, por conta da relevância e inovação, bem como pelo alinhamento com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). O projeto tem parceria do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, WWF-Brasil e Agência Nacional de Águas (ANA).

O destaque do Água Brasil foi o Eixo 1 – “Projetos Socioambientais”, que desenvolve ações no meio rural, implementando e disseminando boas práticas agropecuárias e de cobertura da vegetação natural nas bacias hidrográficas.

Este quesito também leva em consideração ações no meio urbano, com promoção de projetos de capacitação e conscientização sobre consumo e descarte de resíduos, apoiando técnica e, financeiramente, Cooperativas de Recicladores e desenvolvendo, junto ao Poder Público, os Planos Municipais de Gestão de Resíduos Sólidos (PMGRS) nas cidades apoiadas.

Evento

Desde 2011, o Centro Regional para a América Latina e o Caribe, com o apoio do Pacto Global das Nações Unidas, realiza o Fórum de Negócios do Pacto Global na América Latina e no Caribe: Responsabilidade e Sustentabilidade, que visa conhecer o Estado da arte da sustentabilidade empresarial na região.

A sexta edição do evento é organizada em conjunto com a Confederação Nacional Empresarial do Peru (Confiep). O Fórum oferece uma plataforma para o intercâmbio de práticas negociais sustentáveis. As edições anteriores ocorreram no México, Equador, na Colômbia, Argentina e no Chile, respectivamente.

Programa Água Brasil

Criado em 2010, o Programa Água Brasil atua no campo com boas práticas ambientais, como restauro de vegetação próxima a bacias hidrográficas e conscientização sobre consumo e descarte no ambiente urbano.

Em seus primeiros cinco anos, mais de 11 milhões de pessoas foram beneficiadas direta e indiretamente, com o desenvolvimento da produção agroecológica de alimentos, aumento da produção sustentável de cana-de-açúcar e diminuição de até 30% nos custos de recuperação florestal.

A segunda fase do projeto, iniciada em março de 2016, envolve o cerrado, bioma conhecido por ser o “berço das águas” no Brasil. Na região, são abastecidas seis das oito grandes bacias do País, como a Amazônica e a do São Francisco. Entre as metas do Programa, até 2020, estão o aumento da disponibilidade hídrica e da cobertura de vegetação nativa nas bacias.

Fonte: Portal Brasil, com informações da ANA.

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O Brasil está empenhado em implementar o Registro de Emissão e Transferência de Poluentes (RETP), um sistema de âmbito nacional, cujo objetivo é tornar público dados de emissões e transferências de poluentes que podem causar danos à saúde e ao meio ambiente. Esse sistema é internacionalmente conhecido como PRTR (do inglês Pollutant Release and Transfer Register).

O projeto é conduzido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que firmaram acordo de cooperação técnica para dar transparência aos dados do País.

“O RETP vai atender ao princípio 10 da Declaração da Rio+20, que trata do direito ao acesso à informação, participação e justiça em assuntos ambientais, além de atender às Convenções de Estocolmo e Minamata”, explica a gerente de Resíduos Perigosos do MMA, Sabrina Andrade.

Ela conta que, pelo mundo, há no mínimo 40 programas estabelecidos ou em via de se consolidar. Países como Estados Unidos, Japão, Noruega, Espanha, México e Chile já disponibilizam as informações.

Divulgação

No Brasil, o RETP encontra-se na fase de análise das normatizações específicas. No entanto, dirigentes de unidades potencialmente declarantes já podem se informar sobre o tema. Para isso, o MMA disponibiliza o Manual do Declarante. O documento foi elaborado para auxiliar no entendimento dos requerimentos para a declaração RETP e estabelecer a necessidade de reporte pela unidade.

“É muito importante que as empresas se mantenham atentas aos informes do RETP nos sítios do MMA e do Ibama, onde constam também referências e manuais operacionais, sugere Sabrina Andrade.

O manual fornece uma visão geral dos critérios para reporte de todas as substâncias RETP e informação sobre materiais adicionais específicos para determinados setores produtivos, atividades e substâncias.

A declaração dos dados será feita na janela única do Relatório Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP) do Cadastro Técnico Federal (CTF). A divulgação dos dados do RETP será gradual, tendo início pela coleta e tratamento dos dados declarados pelas empresas de grande porte, conforme enquadramento do CTF/Ibama.

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O Brasil é um dos primeiros países a confirmar a participação no Acordo de Paris, um esforço mundial para conter as mudanças climáticas concluído no ano passado. O Senado Federal aprovou, nesta quinta-feira (11), o projeto que valida a adesão brasileira ao pacto, já apreciado, em julho, pela Câmara dos Deputados.

Com isso, o País está autorizado a confirmar o pacto perante as Nações Unidas. Em abril deste ano, foi aberto o período de assinaturas oficiais do pacto, no qual o Brasil e mais de 170 países já confirmaram sua participação.

A meta brasileira de redução de emissões de gases de efeito estufa prevê mudanças em todos os setores da economia e, por isso, é considerada internacionalmente como uma das mais ambiciosas. O objetivo é cortar as emissões de carbono em 37% até 2025, com o indicativo de redução de 43% até 2030 – ambos em comparação aos níveis de 2005.

Defendida pelo ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, a rapidez na tramitação do texto reforça o comprometimento brasileiro com a questão climática. “A ratificação pelo Congresso significa a confirmação dos ambiciosos compromissos do Brasil assumidos em Paris”, declarou. “Agora, depois dessa aprovação, o País assume, como um todo, a agenda de baixo carbono tão necessária para combater o aquecimento global.”

Liderança

A rapidez na validação do pacto reafirma, também, a liderança brasileira na agenda climática. Isso porque, para entrar em vigor, o Acordo de Paris precisa da ratificação nacional de pelo menos 55 países responsáveis por 55% das emissões globais de gases de efeito estufa. Nesse contexto, o Brasil responde por 2,48% das emissões a nível mundial e, após a ratificação, contribuirá, em números expressivos, para o início do período de vigência do pacto.

Acordo de Paris

O Acordo de Paris foi estabelecido no fim do ano passado na 21ª Conferência das Partes (COP 21) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC, na sigla em inglês).

O Acordo de Paris foi aprovado pelos 195 países Parte da UNFCCC para reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE) no contexto do desenvolvimento sustentável. O compromisso ocorre no sentido de manter o aumento da temperatura média global em bem menos de 2°C acima dos níveis pré-industriais e de envidar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério do Meio Ambiente